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MRP e APS

MRP vs APS — qual usar?

MRP calcula o que comprar e produzir; APS sequencia com capacidade finita e restrições — entenda quando cada abordagem resolve e quando combinar.

MRP
Necessidades
APS
Sequência
ERP
Integrado
  • MRP: explosão de materiais e datas
  • APS: capacidade finita e gargalos
  • Combinação no ERP industrial
MRP vs APS — planejamento e programação avançada — GestãoIND

Entenda MRP e APS

MRP (Material Requirements Planning) responde o que e quanto produzir ou comprar a partir da demanda e da BOM. APS (Advanced Planning and Scheduling) vai além: sequencia OPs com capacidade finita, setups, gargalos e restrições de recursos.

Compare MRP vs PCP, veja MRP II e programação da produção. O hub MRP reúne o cluster.

MRP vs APS — planejamento e programação avançada — GestãoIND

Limites do MRP

Quando só MRP não basta

Planejamento infinito ignora gargalos reais

Capacidade infinita

MRP clássico assume recursos ilimitados — plano irreal.

Gargalo ignorado

Sequência não respeita máquina crítica — atraso em cascata.

Setup não modelado

Troca de ferramenta fora do cálculo — fila mal ordenada.

Mão de obra

Turnos e habilidades não entram no MRP puro.

OTD baixo

Plano teoricamente viável, operação sempre atrasada.

Cenários fixos

Sem simulação what-if para pedidos urgentes.

APS complementa o MRP

Programação avançada no ecossistema GestãoIND

Capacidade finita

Sequenciamento respeitando centros de trabalho.

Gargalo visível

Drum-buffer-rope e priorização na restrição.

Setup otimizado

Agrupamento por família reduz troca.

Simulação

Cenários para pedido urgente ou falta de MP.

MRP integrado

Necessidades alimentam a programação APS.

OTD e aderência

Plano executável — indicadores reais.

Como implementar MRP versus APS na prática

MRP versus APS: o MRP responde o que e quando comprar ou fabricar em quantidade; o APS responde em qual máquina, em qual ordem e com qual carga finita. Um sem o outro gera excesso de material ou fila no gargalo.

Use MRP para explosão e sugestão de ordens; use APS para sequenciar e simular atraso. Veja também MRP, APS e MRP versus PCP para posicionar cada ferramenta no fluxo.

Em plantas simples, MRP com verificação de capacidade pode bastar; em mix complexo e gargalo compartilhado, APS deixa de ser luxo.

Passo a passo resumido

  1. Documentar processo atual: quem decide compra e quem sequencia.
  2. Listar restrições que o MRP ignora (setup, ferramenta, turno).
  3. Pilotar APS na célula gargalo com dados do MRP.
  4. Comparar lead time prometido antes e depois do piloto.
  5. Definir handoff: sugestão MRP vira fila APS com aprovação.
  6. Treinar PCP na leitura de Gantt e exceções.

Erros comuns a evitar

MRP e APS se complementam: quantidade certa e sequência viável. O GestãoIND oferece ambos integrados, sem exportar plano para planilha.

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Tire suas dúvidas

FAQ — MRP vs APS

Dúvidas sobre planejamento e programação avançada.

MRP calcula necessidades de materiais e datas de produção/compra (capacidade infinita). APS sequencia OPs com capacidade finita, setups e gargalos.

Quando há gargalos, múltiplas OPs competindo por recurso ou setups longos, APS torna o plano executável — MRP sozinho pode gerar fila irreal.

Não. APS é uma camada de programação avançada dentro do PCP — complementa MRP e planejamento mestre.

MRP II inclui loop fechado com capacidade rough-cut e S&OP. APS foca em sequenciamento finito detalhado — podem coexistir.

Sim. MRP integrado ao ERP com programação de produção, fila e visão de capacidade para tornar o plano fabril executável.
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